Mineirinha n'Alemanha
Brasil - Deutschland

::Pensamentos::

Nos últimos dias tenho estado existencialista ao extremo. As perguntas são as mesmas que todo mundo se faz, só a intensidade é que aumentou. De onde venho? Para onde vou? Por que existo? Qual o sentido da vida? Qual o sentido da minha existência? Será que cada existência faz diferença mesmo, ou será que muitos humanos são substituíveis, semelhantes em tantas coisas? Será que Deus olha mesmo por cada um de nós? Será que Ele está lendo agora essas linhas e pensando : “ela ainda não entendeu nada“? Será que se eu morresse hoje, eu avançaria na evolução ? Provavelmente não. Sei lá: eu pouco faço ou disfaço pelo meu semelhante. O que posso fazer para lidar melhor com meu semelhante? Como posso tornar minha vida mais interessante de ser vivida? O que posso fazer para “domar” meus pensamentos?



 Escrito por Sandra Santos às 14h06

Comente aqui: ou aqui: []

::Agradecimento::

Ainda quero agradecer minha querida amiga pela solução do enigma do meu penúltimo post. Primeiro: Bärlauch se escreve com “ä” mesmo em alemão e não com "e". E segundo a Alessandra, no Brasil ele se chama alho de urso. Obrigada, querida!

 Escrito por Sandra Santos às 16h39

Comente aqui: ou aqui: []

::Voltei!::

Ah, eu andei sumida, né? Mas a vida vai indo, e depois das férias, retomou seu rumo certeiro. Mas cheio de boas novidades, o que é muito bom. Tudo normal e nos seus devidos lugares, Taísa vai indo bem na escola, eu trabalhei tanto esta semana que nem parece que semana passada tive férias e o Matthias também tem trabalhado muito, mas com prazer. Todos estamos saudáveis e os nossos peixinhos também. Ontem recebemos 6 novos moradores em nossa casa e o Matthias já está planejando dois novos aquários para nossa casa, um bem maior do que o atual, que tem 60 litros, e o outro menorzinho, só para peixes-nenéns.

 

Há uns dias atrás li que nós, seres humanos, temos a mania de adiar prazeres. Hoje não ou agora não, porque ainda tenho que fazer isso ou aquilo. Agora não, não tenho tempo. Neste momento não, estou sem grana. E por aí vai. É verdade verdadeira. Eu sou um desses humanos incompreensíveis. E para me desmobilizar dessa mania momentânea, lembrei-me que em uma das épocas em que mais passei dificuldades financeiras, foi uma das que mais curti. No ano de 2000 paguei muito advogado, mas também saí muito pra dançar, viajei, fiz altos programas. Tudo é possível. Acho que é isso que eu não posso esquecer e que tenho que continuar tendo pra mim. Hoje, hoje, hoje, a cada dia, todo dia.

 

Pois é. Então saí pro trabalho essa semana com vontade de ir trabalhar (eu adoro trabalhar – mas não gosto de acordar cedo, mas tudo bem !). Ontem eu e Matthias saímos pra comprar umas flores e plantas pra enfeitar nossa varanda e eu voltei pra casa sorrindo por dentro. Observando a natureza e sorrindo por dentro. As plantinhas já estão nos devidos lugares aqui em casa. Todas lá, rindo pra gente e embelezando o ambiente.

 

Hoje saí pra um dia super legal, também ao ar livre. Uma comemoração do Dia da Terra promovida por um grupo latino-americano em Constança. Adorei! O dia começou com ioga, passou por um “brunch” de gostosuras latino-americanas e à tarde eu e Taísa fizemos um “capturador de sonhos” (como se chama isso em português – dreamcatcher?). Ainda tivemos um tempinho pra ir conhecer o novo shopping center da cidade e comprar umas coisinhas. O melhor do dia ficou com as pessoas que conheci e revi. Além de muitas brasileiras e latiino-americanas, conheci uma professora de alemão que pretende dar um curso de literatura, tratando da experiência com diversas culturas e com incentivo para que os participantes desenvolvam seus próprios textos em alemão. Ah, é lógico que eu quero fazer esse curso!!! E mais tarde, no shopping, revi conhecidas com quem cantava num coral da cidade, e elas me contaram que agora existe um coral novo na cidade que canta músicas em jazz, muitas em inglês. Eu vou, eu vou! Ah, e o Brasil tá na moda. O shopping tava lotado de roupa verde e amarela! Eta dia bom, sô (como diria o bom mineiro)! Na volta pra casa, Deus ainda nos deu de presente um entardecer maravilhoso, as nuvens, o céu, o sol, o verdinho das árvores, ah… que bom voltar pra casa!

 

Mas…. Para não dizer que tudo são flores. Estive menstruada esta semana e bastante insatisfeita com os meus quilinhos extras que sobraram do último inverno.  Ah, e não cometa o mesmo erro que eu cometi: quando estiver menstruada (que palavra feia, né? Parece doença!), NUNCA olhe-se de corpo inteiro no espelho, muito menos de lado, pois como a barriga da gente aumenta dá uma depressão danada! Resultado: um dia depois eu estava fazendo abdominais na sala e desde então sofro do corpo todo doído que me sobrou… Eu tenho que emagrecer uns quilos, isso é fato. Mas ainda assim agradeço a Deus, pois ele me deixou 32 anos em paz com esse tema. Mas agora… os anos vão passando e eu tenho que reagir. À luta, menina! Ah, se eu achasse um grupo de dança aqui na cidade! Mas ainda assim, umas muitas abdominais ainda ficam por ser feitas… Não tem jeito mesmo não.

 

E por último, dois programas que ainda fiz semana passada e gostei. Fui a um “Besenwirtschaft”, uma fazenda que abre por 6 semanas na primavera e 6 semanas no outono, que vende produtos 80% feitos por eles mesmos. Umas delícias, dá pra imaginar, né? Vale super a pena visitar um lugar desses, pois essas fazendas estão sempre em locais super bonitos, pacatos, e a comida servida por lá não é só gostosa mas também bastante em conta. E no meio da semana fiz um passeio de barco no Untersee, uma parte do Bondensee (Lago de Constança), a convite do meu chefe, que organizou um passeio com direito a jantar por ocasião de umas visitas importantes que tivemos lá na empresa e por gentileza se lembrou de me convidar. Gostei muito, mas também gostei de voltar pra casa. Voltar pra casa é bom, né?



 Escrito por Sandra Santos às 16h28

Comente aqui: ou aqui: []

::Novidades – News – Novitá – Neues & Co.::

::Fischleins (Coridora Vela Negra ou Corydoras melanistius)::

 

Dois dos peixinhos operários, que trabalhavam arduamente para manter a limpeza e perfeito funcionamento do aquário da Mineirinha n’Alemanha e seus familiares, deixaram este mundo para sempre no último final de semana  como consequência de erro humano involuntário ou por vontade divina. Hoje foi efetuada a compra de três operários substitutos, que não só limpam o chão do referido aquário, como também nadam pra lá e pra cá, juntinhos ou separados. Estes novos habitantes brilham como sardinha com listras pretas e pontinhos espalhados pelo corpo, mexem os olhos, têm as narinas parecidas com dois mini-canudinhos e são também chamados de peixe-gato, devido ao seu bigode. Tomara que esta compra resulte em futuros papais e mamães de outros peixinhos, pois vê-los crescer continua sendo uma tarefa muito agradável.

 

::Volta ao trabalho::

 

A família que adora dormir até meio-dia levantou hoje bem cedinho, feliz e saltitante, acordada pela nova música de festa do celular do Matthias, conseguiu até a façanha de tomar café e chegar aos seus respectivos aposentos de destino nos horários delimitados pelo mundo externo, sem a costumeira ocorrência de atrasos ou afins. Ao chegar ao trabalho, Sandra se sentiu feliz por deixar sua curta vida de dona-de-casa para trás e por poder voltar à população economicamente ativa deste país. A alegria durou pouco, pois quando ela se viu frente à sua escrivaninha, viu que 4 dias sem ir trabalhar transformaram seu local de trabalho num mar de papéis, documentos talvez importantes e outros não, em meio a uma outra porção de propagandas, faturas e solicitações feitas por todos os meios de comunicação até então existentes: carta, fax, e-mail, voz, bilhetinho, dentre outros. Como se não bastasse, seu chefe disse “que bom que você voltou” e logo a metralhou com alguns trabalhinhos muito importantes, que tomaram todo o seu horário de trabalho de hoje. Como medida de compensação, ele a convidou para almoçar com ele, para que pudesse contar as novidades, e a convidou para um passeio de navio no Lago de Constança a ocorrer amanhã à noite, por ocasião da visita de vários chefes da empresa-mãe espalhados por vários países da Europa, que estarão visitando sua empresa. Sandra pensou: “Faça como se não tivesse se deixado impressionar pelo mar de documentos e trabalhe com afinco, mas sem se apavorar, pois seu estômago merece”. Ela fez isso (pelo menos na maior parte das 8 horas que permaneceu nas dependências da empresa), mas no final do dia uma dorzinha chata tinha se instalado no lado direito superior de sua barriguinha. Amanhã é um novo dia e ela promete tentar novamente.

 

::Bärlauch::

 

Depois do trabalho, S+M+T (os moradores desta casa, exceto o T-igre e os P-eixes), foram passear numa floresta próxima e brincar de bruxos caçadores de ervas e afins. Nesses últimos tempos toda a população da cidade só sabia falar sobre o tal do Bärlauch e eles decidiram ir lá conferir. O Bärlauch pode ser misturado a diversos tipos de óleos, manteiga, pão, também pode ser saboreado junto a variados molhos e pode virar até sopa. Sandra catou as folhas como lhe explicaram, mas ficou se perguntando o tempo todo como deve se chamar o tal do Bärlauch em português. Ao buscar a palavra no dicionário, e conferir com seu namorado, ela descobriu que a folha se chama na realidade Berlauch. Mas essa palavra também não constava de seu dicionário... O enigma do dia fica sendo: que diabos será o Berlauch, uma folha com gosto de alho, em português? Para os leitores deste jornal que por ventura tenham ficado curiosos, aqui uma foto do enigma! Participe da pesquisa e dê sua opinião: existe isso no Brasil ou não?

 



 Escrito por Sandra Santos às 17h51

Comente aqui: ou aqui: []

::Dia de descanso::

Último dia de férias de Páscoa, amanhã a rotina retoma as rédeas de nossas vidas. Pra todos vocês um bom domingo, regado de descanso!

 

Para dançar, descontrair e rir um pouquinho, clique aqui:

http://www.rio.com.br/animation/kozo.htm



 Escrito por Sandra Santos às 08h17

Comente aqui: ou aqui: []

::Fim de um ciclo::

Tem hora que a gente tem que tomar uma decisão contra os outros para se auto preservar. Acabo provavelmente de perder uma “amiga”, uma pessoa que me ajudou e que ajudei nos últimos 6 anos, como todo amigo faz, no estilo “uma mão lava a outra”. Tudo ia indo bem, muito bom, mas sem quê nem pra quê essa pessoa às vezes me agredia, fazia comentários denegrindo minha imagem perante outras pessoas, pedia minha ajuda e achava que tudo tinha que funcionar conforme sua vontade, como se eu fosse a que tivesse pedido favores. Eu nunca era boa o suficiente pra ela, ou ela não se sente feliz às vezes consigo mesma e por isso tem necessidade de rebaixar outras pessoas, ou … ou… Tantas possibilidades, nenhuma explicação. Dei muitas « últimas chances » pra ela, mas infelizmente ela não soube ou não quis aproveitá-las. De repente eu não sou uma amiga que valha a pena. Ou ela tem tantos outros amigos que eu não faço falta. Sei lá, pra mim amizade tem um valor único e insubstituível, pra ela talvez não. Pois é, a última gota d’água foi ontem e já era pra mim, pelo menos até que ela peça desculpas e não volte a repetir os “escorregões” com os quais estava tão bem acostumada, o que não acredito que vá fazer. Eu não sou saco de pancada de ninguém e já fui bem mais longe para ser deixada em paz, por isso não vai ser agora que vou mudar de idéia.

 

Taísa tem um livro que conta a estória de um dragão. Nele, a dedicatória diz o seguinte:

“È fácil acreditar em dragões. A Jane acredita em pessoas – esta forma de amor pressupõe muito mais fantasia”.

 

::Dentista::

 

A ida à dentista valeu a pena: eu estou com uma obturação quebrada, e além do mais ainda quero fazer uma limpeza profunda dos dentes. Antes de ontem ela fez uma limpeza básica dos dentes, que é coberta pelo seguro. Para consertar a obturação, terei que pagar os 10 euros que são obrigatórios por trimestre, desde o começo deste ano. E a limpeza profunda vai ser paga do meu bolso.

 

A Taísa teve o tratamento de seu primeiro dente cariado. Já começou a chorar de medo antes da dentista iniciar o tratamento, pois achava que ia doer muito. A dentista teve a maior paciência do mundo e mostrou cada passo detalhadamente, dando muito apoio moral, mas também demonstrando firmeza. E eu lá do lado, segurando sua mão. No final deu tudo certo e a Taísa viu que o choro foi em vão, pois não doeu praticamente nada.

 

Sobre o comentário da Aline, é verdade: em geral, os dentes dos brasileiros, lógico que a partir de uma certa renda, são em geral bem mais bonitos do que os dos alemães. No começo, assim que cheguei aqui, isso pra mim era inacreditável. Mas é verdade mesmo.



 Escrito por Sandra Santos às 14h39

Comente aqui: ou aqui: []

::Dia de médicos::

Hoje de manha fui ao novo médico, que está olhando meu problema das unhas e da barriga. Ele pediu exame de sangue, urina e fezes. Hoje fez uma ultrasonografia da barriga, e depois de tudo analisado me disse que os órgãos estao ok, o sangue e as fezes também. O exame de urina tinha dado um pouquinho de sangue e proteína no sangue, e depois do exame de hoje ele me disse que acha que há muito ar na minha barriga. Fez recomendações básicas tipo cuidar da alimentação, não comer nada que provoque gases, fazer esporte, ter tempo para almoçar sem estresse, etc. Receitou chás medicinais para a redução dos gases, zinco para as unhas e óleo de menta para o problema da barriga. Acho legal porque ele é bastante meticuloso e não sai receitando remédios da medicina padrão sem necessidade. Até que enfim achei um médico (clínico geral) que me leva a sério. Hoje à tarde eu e a Taísa vamos pra consulta anual à dentista! Vamos ver o que nos espera por lá!



 Escrito por Sandra Santos às 07h18

Comente aqui: ou aqui: []

::Recordar é viver::

Hoje felizmente o tempo melhorou e eu acordei cedinho, cheia de vontade de „dar no pé” („mal“ das mulheres da minha família que não sabem parar quietas). Depois do café-da-manhã, eu, Taísa e uma amiguinha dela fomos fazer um passeio de barco de Ludwigshafen até Überlingen, aqui no lago de Constança, que é uma parte que ainda não tinha percorrido de navio. Adorei!

 

No caminho, tirei várias fotos e ao chegar num determinado ponto, lembrei-me de que queria ter ido nesse local com a Alessandra, uma super amiga minha, mas como sempre por aqui tem tanta coisa pra fazer que algumas atrações ficam na estrada.

 

Mais tarde, ao visitar uma imensa loja de plantas e materiais para construção, vi um buganvile e imediatamente me lembrei da entrada lá de casa no Brasil, que parecia uma selva em miniatura de tanta planta, e de tão bonito. Lembrei-me dos meus pais e das abençoadas mãos que eles têm para mexer com planta. Resisti à tentação de comprar algumas plantas novas, que seriam raptadas daquele salão mágico, onde tudo brota, tudo é verde e todas as flores dão as caras, e seriam trazidas aqui pra dentro de casa, com a séria probabilidade de morrerem. Não, talvez mais pro verão, agora vou tentar fazer respiração boca a boca nas plantinhas que me restaram do inverno.

 

No final da tarde finalmente rolei todos os pneus de inverno de volta pro porão (praticamente todas as casas aqui têm porão e a minha tem até sótão pra guardar bagunça e coisas que não são necessárias no dia-a-dia). Dei de cara com uma mala preta minha, a mala que trouxe todos os meus pertences da vez que vim pra cá pra ficar um ano, pra fazer um estágio (há mais de 10 anos atrás! Conclusão imediata: estou ficando velha!) e acabei não indo embora mais. Na mala, um papel desses de companhia aérea pra você colocar nome, endereço e telefone, caso sua mala vá para as cucuias. Vi no papel o símbolo da SAS, a empresa através da qual eu supostamente cheguei aqui, há tanto tempo atrás. Abri o papel esperando achar o meu endereço do Brasil, ou sei lá, tudo menos o que achei: o meu nome e do meu ex, Josef-Schröder-Str. 81, Paderborn. Ri e pensei: o simples fato de fazer um passeio ou uma coisa corriqueira no quotidiano nos leva a recordar coisas do passado. Pelo menos é assim comigo, o dia todo, o tempo inteiro. E quanto à você, qual foi a sua última recordação?



 Escrito por Sandra Santos às 13h37

Comente aqui: ou aqui: []

::Dia-a-dia::

Estou de férias porque a Taísa também está de férias de escola. O Matthias vai trabalhar todo dia e lá fora tá frio, cinza, nada convidativo. Tomara que o tempo melhore e eu ainda me anime a fazer mais do que os meus “queridos” trabalhos domésticos, pendências (trocar os pneus do carro de inverno para verão, médicos, talvez a declaração de imposto de renda…), etc.

O mais estranho pra mim é que minha filha não precisa mais de mim. Ela vai fazer 9 anos este ano e se vira praticamente sozinha. Lógico que continuo sendo importante na vida dela, mas no dia-a-dia ela só precisa de mim nos momentos essenciais.  Resultado: tenho tempo demais pra pensar na vida, ler e me informar e isso pode ser bastante perigoso, pois fico pra baixo rapidinho! Por exemplo: hoje de manhã liguei a internet e fui ler notícias do Brasil. Dei de cara com o anúncio da invasão da favela da Rocinha pela polícia, que 10 pessoas já morreram na “guerra” e que estão sugerindo a construção de um muro para “delimitar” a favela. Segundo um político, “o problema não estaria solucionado dessa forma, mas pelo menos delimitado”. Pode?!? Aaaaahhhhhhh…. em que século estamos mesmo? 

 

Attraktionen

 

E como passaram de feriado de Páscoa? Nós fomos ao Legoland, um parque de diversões feito a Disneylândia, mas onde (quase) tudo é feito de peças de lego. Estou colocando algumas fotos no Fotolog, além das daí de cima. Adoramos! O mais legal foram as cidades em miniatura (perfeitas!!!) logo na entrada do parque, as mil e uma opções de montanha-russa (constatei através das fotos instantâneas que eu sou a única que fecha os olhos e faz cara feia na hora de descer…) e o fato de eu ter descoberto uma brasileira que trabalha lá, a Elizângela, que fica no restaurante Dino Grill. Vá lá conferir!  No mais, fomos pra casa do pai do Matthias e nos deliciamos com as comidas deliciosas que este homem é capaz de produzir. Também pudera, pois ele é dono de restaurante e cozinheiro de mão cheia!

 

No mais, e para coroar o tempo de sobra que estou tendo pra “pensar”, a TPM está me tirando do sério e já tive que buscar alívio algumas vezes na Aspirina, pra suportar as dores, que só estão piorando com o passar dos anos. E nem parece, mas eu passei vários anos sem nem ligar direito pra menstruação, pois eu não sofria efeito colateral nenhum. Agora, estou conhecendo vários… Dizem que a menopausa na mulher já começa vários anos antes. Deve ser verdade mesmo. Pelo menos acharia nos hormônios a explicação para os meus altos e baixos. 

 

Ah…. Ainda queria deixar aqui registrada a visita da minha queridíssima amiga Lu, que veio me visitar no final de semana retrasado, trazendo consigo toda a família e muita alegria pra nossa casa. Ela era minha vizinha durante minha juventude, mas hoje em dia, apesar de morarmos no mesmo país, estamos separadas por muitíssimos quilômetros uma da outra. Uma verdadeira pena, pois amiga assim não se acha por aí nem usando lupa! E tenho dito!!!



 Escrito por Sandra Santos às 22h30

Comente aqui: ou aqui: []

::Farewell, Sir Ustinov::

Peter Ustinov – a consciência do mundo

16.04.21 – 29.03.04

 

Há alguns dias atrás, através de um documentário da TV alemã, conheci um ator, escritor de livros e de peças teatrais, cômico e multitalento inglês, mas que se dizia alemão, uma pessoa super inteligente, simpática, carismática e engraçada, que me levou de volta à minha infância e às incessantes „Sessões da Tarde“ com filmes históricos. Descobri que ele era um dos atores desses filmes, como por exemplo o Nero do „Quo Vadis“ ou um vendedor de escravos em „Spartacus“. Hoje, alguns dias depois do documentário, descobri que infelizmente esse senhor de 82 anos já nos deixou. Por isso é que a TV alemã, jornais e revistas estavam trazendo tantos documentários sobre sua vida e obras. Ele morreu! Que pena! Em qualquer lugar do mundo têm mania de dedicar bastante espaço na mídia a pessoas que acabaram de nos deixar, que estão numa situação difícil ou que cometeram algum erro, algum crime. Através de Peter Ustinov, que falava 8 idiomas e usava sua popularidade para passar uma mensagem de paz entre os povos e para animar crianças pobres no mundo inteiro através da UNICEF e da UNESCO, quero deixar meus votos de Feliz Páscoa (renovação = paz) e meu muito obrigado por tê-lo conhecido tão tarde, mas não tarde demais. Dele, algumas pérolas:

 

"Deus diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos. Será que ele sabe quem é meu vizinho?"

 

"Se Hèlène tivesse sido minha primeira mulher (ele se casou 3 vezes), eu teria me casado uma vez só. Hèlène fez de mim o homem que eu sempre quis ser. Ela me permitiu ser eu mesmo, com todos os meus defeitos".

 

"Quero voltar ao mundo como uma borboleta. Assim, não terei problemas com meu peso".



 Escrito por Sandra Santos às 19h15

Comente aqui: ou aqui: []

Mulher de 30 - O mundo aos seus pés::

Reportagem da Marie Claire desta semana - Parte I

Nunca foi tão bom ser uma mulher de 30. Corajosas, elas vestem a liberdade como uma segunda pele e fazem seu próprio caminho, sem regras ou receitas. As escolhas são muitas: estudos sem fim ou investimento na carreira, sexo com ou sem amor, homens modernos ou moços à moda antiga, casamentos no papel ou uniões informais, filhos ou não (com ou sem pai), viagens para qualquer lugar, sozinha ou não. Com tantas opções pela frente, o difícil é decidir bem, sem cair nas armadilhas do caminho: pode ser a solidão, a sobrecarga de tarefas, a culpa, a frustração. Aqui, especialistas e mulheres na faixa dos 30 tecem um retrato fiel dessa geração, apontam tendências e soluções.

Elas têm o mundo nas mãos, mas não sabem muito bem o que fazer com ele. À primeira vista, não há nada melhor do que ser uma mulher de 30 nos anos 2000. Talentosa e aventureira, ela pode escolher entre se dedicar aos estudos por mais tempo, investir com tudo na carreira ou abrir um negócio próprio. Suas experiências afetivas e sexuais a deixaram pronta para transar com quem quiser -laços emocionais são bem-vindos, mas não decisivos. O casamento pode até acontecer, mas não é prioridade: só se estiver de acordo com seus planos. Filhos são uma questão importante, mas que também pode ser adiada até o limite. Com tantas opções, ela tem a chance de brilhar na profissão, ser independente financeiramente, morar sozinha e viajar para onde quiser. Em suma, ser dona do próprio nariz.

Tanta liberdade tem seu preço, claro. "O difícil para essa mulher de 30 é escolher com equilíbrio", diz Rosa Alegria, diretora de pesquisa do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP. "A mulher quer ser múltipla, fazer tudo, ser tudo. Isso traz distorções perigosas." Algumas tropeçam nas dificuldades de manter uma relação afetiva ao mesmo tempo que investem na carreira, e sofrem com a solidão. Outras vivem cercadas de gente, mas acabam se afogando no vazio do sexo sem intimidade.
As que casaram cedo por vezes se deparam com homens confusos e filhos carentes. Outras, já separadas, enfrentam o dilema: começar tudo de novo ou deixar para lá? Em comum, todas essas mulheres experimentam a sensação de estar andando na corda bamba, equilibrando duas bolas em cada mão.

Alguns números do IBGE dão a pista de como vive a mulher do novo milênio. O casamento nos moldes tradicionais está em baixa: entre 1991 e 2002, houve uma queda de 4% no número de casamentos, segundo as Estatísticas do Registro Civil. Nesse mesmo período, as separações aumentaram 30,7% e os divórcios, 59,6%. Mesmo as que casam esperam mais tempo para tomar a decisão: a idade média subiu de 23,7 anos, em 1991, para 26,7 anos, em 2002. Menos uniões, menos filhos: o Censo 2000 registrou uma média de filhos de 2,38 por mulher -para se ter uma idéia, em 1960 esse número era 6,28. A pesquisa indica ainda que mulheres que completaram o ensino médio ou que têm renda superior a cinco salários mínimos costumam ter apenas um bebê.

A nova mulher dedica sua juventude aos estudos, ou então entra cedo no mercado de trabalho. Ainda de acordo com o Censo 2000, há mais mulheres do que homens na universidade: elas representam 54,3% dos que têm nível superior no país. Pela mesma pesquisa, 26% das casas brasileiras têm mulheres como responsáveis pela renda familiar. Infelizmente, elas ainda ganham menos: em média, 71,5% do rendimento masculino.

"Hoje muitas mulheres só assumem responsabilidades depois dos 35, que é quando acaba realmente a adolescência", diz a escritora feminista Rose Marie Muraro. "Acho ótimo que elas estejam esperando mais tempo para se fixar, porque aí já têm experiência para saber o que querem. E podem se perceber como sujeitos da história." Rose acredita que a mulher está na linha de frente dos acontecimentos. "Hoje, na medida em que você educa as mulheres, educa gerações.
Se você educa os homens, educa só eles. Eles vão fazer pontes, cidades, estradas, mas não vão educar ninguém." A situação em relação ao poder também mudou. "No Brasil, as mulheres estão voltando para a política, especialmente depois da entrada do Lula. 70% das pessoas que estão em movimentos sociais são mulheres. Países como Finlândia e Dinamarca, onde as mulheres têm 50% do poder, têm a melhor distribuição de renda do mundo."



 Escrito por Sandra Santos às 18h57

Comente aqui: ou aqui: []

::Mulher de 30 - O mundo aos seus pés::

Reportagem da Marie Claire desta semana - Parte II

No pano de fundo dessas conquistas está a luta diária para encontrar um equilíbrio entre vida profissional e vida privada. Na opinião de Rose, a questão da dupla jornada ainda é fundamental. "Não dá para estudar, trabalhar, cuidar dos filhos... Na hora em que a mulher entra no mercado produtivo, o homem tem que entrar em casa. Nos EUA, os homens já começaram a dividir as tarefas, cuidar das crianças, lavar o banheiro. Aí fica uma jornada e meia para cada um."

Há quem discorde dessa visão. Segundo o psiquiatra e psicoterapeuta Luis Cuschnir, coordenador do Centro de Estudos da Identidade do Homem e da Mulher, a divisão de responsabilidades é importante, mas está longe de ser a principal questão feminina. "O problema da mulher não é o trabalho. O que a mulher precisa é se concilar internamente e recuperar sua alma feminina. Ela está tão cheia de tarefas que fica sem tempo para se cuidar, para se ver como ser humano, e como mulher. Não estou falando só de vaidade, embora isso também seja importante. Ela precisa se perguntar: 'O que é isso que eu estou sentindo? O que estou precisando, o que vai me completar?'. Se só atende às demandas externas, perde o contato com sua alma feminina."

Dois fatores teriam contribuído para a mulher perder sua sensibilidade. Com o feminismo, ela saiu de uma posição dependente e desvalorizada para um lugar de prestígio. "Só que a única referência que ela tinha para ser uma profissional de sucesso era a masculina. Não existia uma referência feminina." Essa opinião é compartilhada pela pesquisadora Rosa Alegria. "Competição e crescimento são palavras masculinas", diz.
"A mulher pensa mais em termos de cooperação, de desenvolvimento. Mas, para chegar à liderança, ela teve que se travestir e adotar o modelo masculino."

Outro fator que pode ter afetado a sensibilidade feminina é a luta constante pela independência.
"As mulheres de 30 cresceram ouvindo que não podiam depender de homem, nunca", diz Cuschnir. "Para serem independentes, foram criando toda uma estrutura de não-entrega, de não-conciliação com os homens." Rosa Alegria também vê distorções nesse elogio da independência. "É imaturidade ficar pensando: 'Para que homem, se eu tenho um vibrador?'. Algumas mulheres acreditam que 'não precisar de homem' é sinal de poder. Isso é uma distorção. A mulher precisa prestar atenção nisso, porque os homens estão ficando assustados. E ela precisa deles."



 Escrito por Sandra Santos às 18h56

Comente aqui: ou aqui: []

::O Novo Homem::

Reportagem da Marie Claire desta semana - Parte III

Hoje em dia virou moda falar em "novo homem" -pode ser o cara sensível que chora no cinema, o metrossexual (termo usado nos EUA para o homem urbano que se preocupa com a aparência) ou o pai afetuoso que dá mamadeira para o bebê. Segundo os especialistas, ele está mudando, sim -devagar e sempre. "Os homens são meio lentos para assimilar novidades", diz a historiadora Margareth Rago, autora de "Entre a História e a Liberdade" (Ed. Paz e Terra) e "Do Cabaré ao Lar" (Ed. Paz e Terra). "Eles ainda estão assustados, mas a ficha já está caindo. Existem homens de 30 e 40 anos que são sensíveis, sabem se relacionar melhor com o feminino e se aproximam das mulheres com mais facilidade. Filhos de mães que viveram o feminismo tendem a ser mais saudáveis, sem tantas defesas." Rose Marie Muraro também vê o surgimento de um novo homem. "Aqueles criados por mães que trabalharam fora já são diferentes. O homem é mais amoroso, casa com mulher por quem se apaixonou e não com uma empregada de luxo. Você só supera o medo do amor quando você tem um pai feminino, que dê de mamar."

Cabe a esses novos homens ajudar as mulheres a saírem da crise, diz Cuschnir. "O homem está crescendo e tende a ser um grande observador. Com sua visão masculina, mais organizacional, ele tem facilidade para lidar com papéis e sentimentos. Pode ser um ótimo conselheiro nesse momento, ajudá-la a discriminar melhor os tempos, os espaços, os temas dela." Essa pode ser a base do novo casamento, acredita o psicoterapeuta. "O homem não precisa mais da mulher para cuidar da roupa e da comida, e ela não precisa mais dele para trazer dinheiro. Hoje os dois só ficam juntos enquanto houver uma relação afetiva. Então, o futuro do casamento é uma troca afetiva, emocional. Ele precisa dela para sensibilizá-lo e reforçar o lado masculino nele. Ela precisa dessa visão masculina, mais organizada e estável. Um precisa do outro, muito."
O romance não vai acabar, mas o casamento está com os dias contados, na opinião de Rose Marie Muraro. "As mulheres não querem casamento, querem relação, de preferência cada um na sua casa", diz.

A pesquisadora Rosa Alegria confirma e vai além: segundo ela, as mudanças vão atingir a própria estrutura familiar. "Daqui a 20 anos, não vai ter mais casamento. E não vejo no futuro a família como ela é hoje. Vejo as pessoas vivendo em comunidades, as famílias se organizando por interesses." Segundo ela, já existe um movimento nesse sentido: mais pessoas trabalhando em casa, crianças estudando no bairro onde moram. "Está havendo uma volta à comunidade. No futuro, cada família vai ter sua casa, mas com integração.
Eu vou poder deixar meu filho com a vizinha, por exemplo." Rose Marie Muraro também aposta no fim da família nuclear. "Nos primeiros tempos da humanidade, havia uma família extensa, em que os filhos eram cuidados por todos, e as relações eram flutuantes. Acho que estamos voltando para lá."

Pergunte a uma mulher e ela dirá que é muito difícil achar um homem bom hoje em dia. Pergunte a um homem, e a resposta será a mesma. "A mulher só não encontra homem porque é superseletiva", diz Rose. "E eles ainda têm muito medo das mulheres inteligentes." Cuschnir acredita que o encontro é possível, desde que as pessoas deixem de lado os estereótipos e reservem um tempo interno para a nova relação. "Para que haja o encontro, as pessoas precisam estar num lugar de convívio, e dar um tempo para as coisas acontecerem. Eu vou, eu chego, eu fico, eu olho, eu percebo, aí eu me aproximo, aí eu conheço, sinto, volto e reencontro. A vida moderna dá tempo para tantos passos?" Outro problema é que muita gente acha que encontro é igual a sexo, diz o psiquiatra. "As pessoas estão tão aflitas para saber se vai dar certo na cama que nem percebem com quem estão conversando. Elas pulam muitas etapas, e isso atrapalha."
O individualismo do novo milênio está impedindo que as pessoas se enxerguem, na opinião da historiadora Margareth Rago. "Antigamente, as situações de sociabilidade aconteciam naturalmente, no clube, na igreja, na escola, na praça. Agora você vai nos bares e tem sempre pessoas diferentes.

Além disso, existe um individualismo muito grande. As pessoas preferem ficar em casa assistindo TV a sair à noite. Cada um só se enxerga no espelho, não enxerga o outro. Aprendemos a viver sós e estamos nos especializando nisso." Segundo ela, é preciso um tempo maior de convívio para acabar com os mitos e a intolerância.
"Apesar de tudo, essa nova mulher, mais livre, e esse novo homem, mais aberto, têm condições de se encontrar. E, quando isso acontece, é muito intenso."



 Escrito por Sandra Santos às 18h54

Comente aqui: ou aqui: []

::Letra::

Queridos leitores: o que acharam desse novo tamanho de letra? Muito pequeno? Bom? O outro tamanho era melhor? Já que pra mim tanto faz e vocês é que são os leitores, escolham o tamanho da letra, por favor. Obrigada!



 Escrito por Sandra Santos às 20h47

Comente aqui: ou aqui: []

::Respeito::

Tenho respeito por todas as pessoas que estão em busca de si mesmas

De suas potencialidades

De seus limites

De suas aptidões

 

Tenho respeito por todos aqueles que buscam a harmonia

A paz

A cooperação

O crescimento

 

Tenho respeito por todos aqueles que sabem tanta coisa

Que eu não sei

Que eu gostaria tanto de saber

Mas não sei

(Eu, mera humana cheia de defeitos e limitações)

Por várias coisas pelas quais não me interesso

Mas que não deixam de ser importantes

 

Somos partes de um todo

Que só funciona bem

Se todos quiserem que assim seja

 

Que assim seja



 Escrito por Sandra Santos às 20h35

Comente aqui: ou aqui: []

::Um ano de blog::

 

Não sei ao certo o dia exato em que comecei a postar. Foi, por certo, em abril de 2003. Desde que comecei, já troquei de blog algumas vezes e o primeiríssimo deles se perdeu no espaço virtual. Como não sei o dia exato do início do blog, escolhi o dia de hoje para ser o dia do seu aniversário, já que a data de hoje é um tanto quanto interessante: 04.04.04.

 

Escrever, escrevo desde que tenho 13 anos. Mas desde que comecei a escrever neste blog, tive a oportunidade de “pensar alto” comigo e junto de outras pessoas, que compartilham comigo minhas idéias, eu das delas, e assim crescemos juntos. Tem sido uma experiência muito proveitosa e espero que assim continue sendo. Parabéns pra este bloguinho!



 Escrito por Sandra Santos às 22h02

Comente aqui: ou aqui: []
Meu nome: Sandra
Aniversário: Dia de sorte
Signo: Virgem


Gosto:
De melancia
Laranja
Sol
Viajar
Bater papo
Rodar o mundo

Não Gosto:
De cinza
Monotonia
Chuva

Ouço:
Norah Jones
John Mayer
Marisa Monte
Adriana Calcanhoto
Legiao Urbana
Cazuza
Milton Nascimento
Toquinho e Vinícius
JAZZ
BOSSA NOVA
MÚSICA COM LETRA INTELIGENTE OU BATUQUE BOM =D
MPB

Vejo:
Eu nao sou de ver TV, sou mais de ler e escrever... mas adoro cinema!

Leio:
Vá onde seu coração mandar - Susanna Tamaro
Utta Danella
Paulo Coelho
Geraldo Eustáquio de Souza
Meu perfil
BRASIL , Mulher , de 26 a 35 anos , Portuguese , German , Cinema e vídeo , Informática e Internet , Viagens, Leituras...
MSN -



Histórico
01/04/2008 a 30/04/2008
01/03/2008 a 31/03/2008
01/02/2008 a 29/02/2008
01/01/2008 a 31/01/2008
01/12/2007 a 31/12/2007
01/11/2007 a 30/11/2007
01/10/2007 a 31/10/2007
01/09/2007 a 30/09/2007
01/08/2007 a 31/08/2007
01/07/2007 a 31/07/2007
01/06/2007 a 30/06/2007
01/05/2007 a 31/05/2007
01/04/2007 a 30/04/2007
01/03/2007 a 31/03/2007
01/02/2007 a 28/02/2007
01/01/2007 a 31/01/2007
01/12/2006 a 31/12/2006
01/11/2006 a 30/11/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/09/2006 a 30/09/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/04/2006 a 30/04/2006
01/03/2006 a 31/03/2006
01/02/2006 a 28/02/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/12/2005 a 31/12/2005
01/11/2005 a 30/11/2005
01/10/2005 a 31/10/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005
01/03/2005 a 31/03/2005
01/02/2005 a 28/02/2005
01/01/2005 a 31/01/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004
01/08/2004 a 31/08/2004
01/07/2004 a 31/07/2004
01/06/2004 a 30/06/2004
01/05/2004 a 31/05/2004
01/04/2004 a 30/04/2004
01/03/2004 a 31/03/2004
01/02/2004 a 29/02/2004
01/01/2004 a 31/01/2004
01/12/2003 a 31/12/2003
01/11/2003 a 30/11/2003
01/10/2003 a 31/10/2003
01/09/2003 a 30/09/2003
01/08/2003 a 31/08/2003
01/07/2003 a 31/07/2003
01/06/2003 a 30/06/2003
01/05/2003 a 31/05/2003

Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
Pousada Ilha do Sol
Sítio do Ipê Amarelo
Viver na Alemanha
Manual para a Alemanha
Mundo Pequeno
Companhia para Crescer
Warrior of the Light
Karey Lorena
Patilein
Trocando Figurinhas
Zero Grau
UOL
UOL SITES


 


 



Blogs que leio:
Daniel Eisheiliger
Ar de Amor
Consulta Sentimental
Indizível
Trocando Figurinhas
Tricotando



Site Meter